A Invenção de Hugo Cabret
A Invenção de Hugo Cabret concorre no Oscar 2012 aos seguintes prêmios:
Filme;
Direção (Martin Scorsese);
Roteiro Adaptado;
Trilha Sonora Original;
Efeitos Visuais;
Fotografia;
Figurino;
Direção de Arte;
Montagem;
Edição de Som;
Mixagem de Som
Martin Scorsese é o cara que fez filmes como Touro Indomável, A Última Tentação de Cristo, Os Bons Companheiros, Cabo do Medo, Cassino, Ganges de Nova Iorque, Os Infiltrados (esses são meus favoritos) resolveu fazer um filme infanto-juvenil em 3D, que se passa em Paris nos anos 1930, adaptado de um livro, e elogiadíssimo. A Invenção de Hugo Cabret parte daquela premissa básica: garoto fica órfão e tenta não ser notado numa estação de trem em Paris, e para isso precisa sempre manter os relógios em funcionamento, para que não descubram que seu tio, que deveria tomar conta dele, está desaparecido.
Nesta estação temos histórias paralelas, como o implacável guarda da estação vivido por Sacha Baron Cohen que entre uma caça e outra aos ‘trombadinhas’ da estação, flerta com a moça da floricultura, ou o casal de idosos que tentam uma aproximação com algumas atrapalhadas. E uma pessoa que Hugo observa e furta frequentemente é o senhor George Meliés (Ben Kingsley), misterioso dono de uma loja de brinquedos que tem uma sobrinha, Isabelle (Chloe Moretz), de idade próxima à de Hugo, e que logo se identifica com o pertinente garoto que quer o livro de anotações do pai de volta, onde os dois tentavam decifrar como fazer funcionar um autômato, uma espécie de robô que é capaz de escrever e desenhar.
A poesia do filme não está nesta história simples, mas sim na forma como as imagens são usadas para contá-la. O 3D não é espalhafatoso mas adequadamente utilizado para mostrar justamente o início do cinema e mote principal do filme, e como Hugo (Asa Butterfield) faz essas peças, que são as pessoas, funcionem como devem, e assim essa grande máquina chamada Terra desempenha sua função adequadamente.
Rodapé by wikipédia "fica a dica" para entender melhor o filme: Georges Méliès (8 de dezembro de 1861 — 21 de janeiro de 1938) foi um ilusionista francês de sucesso e um dos precursores do cinema, que usava inventivos efeitos fotográficos para criar mundos fantásticos. Um de seus filmes mais conhecidos foi Le voyage dans la lune (Viagem à lua) de 1902, em que usou técnicas de dupla exposição do filme para obter efeitos especiais inovadores para a época.







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