Os Fora-da-Lei
Nesta segunda parte da retrospectiva estou super em dia com as séries, talvez porque os fora-da-lei me atraiam mais que a lei, vai saber... Mas ainda devo insitir mais em Breaking Bad no futuro. A série é muito boa, não me entenda mal, mas me deixa muito nervosa/ansiosa.
Meu serial killer favorito está passando por uma crise de fé. Ou tentando encontrar uma fé, ou se decepcionando com a fé. Tudo depende do estado de espírito de seu ‘passageiro sombrio’. O interessante desta temporada foi ver Dexter se questionando sobre questões espirituais, já que até então o que importava era seguir o código de ética ensinado pelo seu pai, um dos seus ‘passageiros sombrios’, e apenas matar quem merece, criminosos, assassinos, pessoas dificilmente punidas pelo sistema. Mas aí ele põe o filho numa escola católica, quase mata um pastor inocente e acaba ficando amigo dele, o que o faz abrir a mente e refletir mais sobre a vida, o universo e tudo mais. E para fechar o círculo temos um serial killer apocalíptico. O ruim dessa temporada foi a ex-tenente LaGuerta (que foi promovida, mas não quer largar o osso) e o ex-Debra (irmã de Dexter) Quin. Adorei quando o irmão de Dexter assume o papel de ‘passageiro pra lá de sombrio’. E adorei as referências (diretas, indiretas ou sem querer, não me importo) a um dos meus filmes favoritos: Clube da Luta. Como sempre as temporadas de Dexter são simétricas, começam na mesma época e segue direto e reto até o final do seu 12º episódio, e que final! Já temos pelo menos duas histórias para desenrolar. Que venha a 7ª temporada.
Vou dar uma chance para os meus motoqueiros favoritos e não coloca-los na categoria “o que já deveria ter acabado”. Rogo que a próxima temporada seja a última pelo bem da própria série. O final desta quarta temporada foi o mais borococho de todos os tempos! E ela – a temporada toda – é facilmente resumível: Clay faz uma parceria com um Cartel para traficar drogas, e continuar com o comércio de armas pelo IRA. Enquanto isso Tara tem em mãos as cartas de John Teller, pai de Jax, que indica que Clay queria matá-lo (e assim o fez). Por causa dessas cartas Clay mata o pai de Opie, que fica nervoso e quer matar Clay. E quase consegue, mas Jax o impede. Mas finalmente a verdade chega à Jax e quando ele resolve matar o cara que matou seu pai tcharammmmm. Bom, não vou contar. Por mais que tenha achado o final borococho, continuo achando galera do motoclube Sons Of Anarchy um dos meus fora-da-lei favoritos. E agora, só ano que vem.




Oh God! para o seu post...rsrsrs que setembro de 2012 chegue logo...rsrsrs
ResponderExcluirSons Of Anarchy vai pra lista tb...
Vamos ver se é possível comentar...
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