Não domesticado
Continuando a saga de filmes que concorrem ao Oscar, assisti Bravura Indômita, com 10 indicações: Filme; Direção (irmãoes Coen); Ator (Jeff Brigdes); Atriz Coadjuvante (Hailee Steinfeld); Roteiro Adaptado; Fotografia; Figurino; Direção de Arte; Mixagem de Som; Edição de Som.
Enquanto não assistir a todos, principalmente O Discurso do Rei, fica difícil dar minha opinião, mas já posso adiantar que a versão do faroeste que fez John Wayne levar seu único Oscar, é meio, tipo assim, digamos, chato. Sério. Muita falação e pouca ação. Veja bem, não quero tirar o mérito dos diretores ou a excelente atuação de Brigdes e Steinfeld, assim como todas as indicações, já que é tudo meticulosamente bem executado. O problema é que o resultado final não deu liga. Sabe aqueles momentos em que você vê poesia em filmes como Onde Os Fracos Não Têm Vez e Fargo? Então, não rola em Bravura Indômita.
A história é sobre Mattie Ross (Steinfeld) menina de 14 anos precoce, que contrata o U.S. Marshal Rooster Cogburn (Bridges) para caçar o assassino de seu pai, tudo com um plano muito bem pensado na cabeça, desde como juntar dinheiro para pagar o Marshal assim como convencê-lo a leva-la junto na empreitada. Numa dessas o Texas Ranger Le Beouf (Matt Damon com um respeitável bigodão) também está no rastro do assassino e os três partem para cumprir a missão num ambiente hostil, clima severo e muitos foras-da-lei no meio do caminho. Claro que eles não convivem em plena harmonia, pelo contrário. É um brigando com o outro o tempo todo. Além disso, a tentativa de mostrar a precocidade da órfã é tipo ver a Maysa, uma criança fazendo e dizendo coisas que até alguns adultos não são capazes.




Eu tambem não gostei.... achei muito chato... já não morro de amores por faroestes...
ResponderExcluirMas não dá pra negar que eles estão bem.. somente isso!!