Comer, rezar, amar, dormir, babar...
Lembra daquele filme da Julia Roberts e Brad Pitt, chamado A Mexicana? Então, com os dois super astros, era de se esperar um super filme, mas é um super fiasco e ninguém viu.
Comer Rezar Amar é muito melhor que A Mexicana, mas isso não significa que é maravilhoso. Talvez se não tivesse Julia Roberts não receberia a atenção que recebeu. Aí a gente fica esperando outro super astro, que eu sou super fã, Javier Bardem aparecer, mas isso é só lá na parte do "Amar", no fim do filme. E curiosamente ele faz papel de um brasileiro e até fala bem o nosso português tupiniquim.
Só esquecem de dizer que temos outros dois atores LINDOS: James Franco, que arranca suspiros de mim cada vez que é iluminado na tela do cinema, e Billy Crudup (o guitarrista bigodudo de Quase Famosos). Suspiro, Suspiro, Suspiro.
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| Ah, James Franco, fazendo graça pra namorada em cena de Comer Rezar Amar |
Agora, não sei se é porque fui pro cinema jantada (ah cara, to ficando velha mess), mas a parte do "Comer", na Itália foi mais ou menos e meio deprimente. Não tem graça nenhuma você trocar sexo por comida e ter como efeito colateral vários quilos a mais. A parte de "Rezar" então... Eu não sou a pessoa mais espiritualizada do mundo, muito pelo contrário, e a Índia é um dos últimos lugares do Planeta Terra que eu pretendo conhecer, então já viu que a empatia não foi grande neste trecho. A parte do "Amar" já era o esperado: o Javier gato, sendo conquistado e tentando conquistar a Julia, e não vou falar mais nada pra não estragar a graça. Tudo isso em Bali, com aquelas praias maravilhosas, pessoas lindas...
O grande mote do filme é que a mocinha faz aquilo que todo mundo já pensou ao uma vez na vida, mesmo que não admita nem a si mesmo. Sejamos franco, você nunca quis largar tudo: marido, trabalho, família, filhos e sair borboletando por este mundão de deus? Claro que sim! O que nos impede de fazer isso? Dinheiro!
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| Já o outro gato, o ator Billy Crudup, marido da mocinha, mal é lembrado nas fotos de divulgação do filme |
Se na história fosse uma garçonete ao invés de escritora bem sucedida, a protagonista ficaria até com um marido feio, pobre, banguela, barrigudo, desempregado e que bate nela. Mas neste caso ela resolve dar um tempo de tudo e ficar um ano vagabundeando por aí em busca da felicidade por ela mesma. O máximo de trabalho que ela teve foi no templo da Índia, daquela coisa de gente altruísta endinherada que vai esfregar chão pra ver se encontra deus, deusa, luz, sabedoria, cresce espiritualmente... Se fosse simples assim, as faxineiras seriam criaturas mais iluminadas do mundo!
Como sempre, o tempo de duração do filme é outro fator que contribue para a auto-sabotagem. Pra que mais de duas horas pra contar uma história água-com-açúcar de amor? Falta ritmo, falta tempero, falta graça, falta emoção, falta pegação, falta mojo.
Ou eu que estou com falta de estrogênio e progesterona. Só sei que estou louca pra ver Tropa de Elite 2.






Ai ai ai Helô... devo concordar com vc em quase tudo.. pelo bando de homens bonitos do filme em primeiro lugar...
ResponderExcluirAgora um filme longo que não tem adrenalina...pópará é pra dormir!
Um detalhe.. a mocinha Juia Robert tem 43 anos... ja passou da fase balzaquiana, que é dos 30 aos 39 ou seja a mocinha do filme ja ta bem madurinha, não é messs? Digamos que se fosse uma mulher jaca.. ja tinha caido e se esborrachado!
Como te disse hoje... não tenho saco para filmes muito adocicados.. pra mim tem que ter muita pimenta em romance.
Prefiro filme com mais sangue. Porem (cansei de escrever "mas") deixo a tropa de elite e o Capitão Nascimento para o seu deleite ok?
Ta, hoje eu estou prolixo... e meus comentários estão gigantes mesmo!
Ai Helô...eu adoro o jeito que vc ecsreve! hahaahha, morri de rir..e não tenho nenhuam vontade de ver esse filme, e que tem tudo para ser A Mexicana 2.
ResponderExcluirBeijo beijo beijo
Tati
NÃO ME ADMIRA QUE ESSE FILME TENHA SIDO ATROPELADO POR OS MERCENÁRIOS DE STALLONE.
ResponderExcluirJULIA ROBERTS SÓ FAZ MERDA.
Thanks for sharing this.
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