Rapidinha VMB

Como a MTV não pagou a conta da Sky, já tem um tempinho que não vejo sua programação, muito menos a premiação VMB. Mas li, adorei, e reproduzo o primeiro parágrafo da reportagem de Jotabê Medeiros publicada no Estadão de sábado, dia 18:
"Agradecimentos ao papai, à mamãe, à titia. Família, cachorro, gato, galinha. Avô e avó como âncoras. A simpática Palmirinha, a amnésica vovó cozinheira da TV, foi tietada pela molecada. Uma cópia infantil de Lady Gaga passeava com troféus pelo palco. Uma cópia andrógina de Lady Gaga. Clones de Raul Gil, Faustão, Luciana Gimenez. Discursos políticos com a profundidade de pires. Shows de rock com a virulência de um passeio no chapéu mexicano do Playcenter."
Se faz diferença ou interessa a alguém, um tal de Restart, que nunca vi ou ouvi (pelo menos eu acho. Às vezes somos forçados a ouvir rádios em estabelecimentos comerciais) ganhou quase tudo: artista, hit, clipe, reveleção, pop. Nunca ouvi mas sei que não vou gostar. É tipo buchada, sabe, não preciso comer pra saber que é desagradável. Pitty ganhou o prêmio de rock, NX Zero de show do ano, MV Bill de rap, Diogo Nogueira de MPB, Justin Bieber de artista internacional, Boss In Drama de música eletrônica e Thiago Petit de "aposta".

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